40 anos e blogueira viajante. [15 de setembro de 1977]

16 de setembro de 2017 6 comentários

15 de Setembro foi meu aniversário.

40 anos e quase 15 anos de blog.

Continuarei viajando sim. Se Deus quiser, muito.

Novidades estão por vir.

Muitas ideias nessa minha cabecinha de 40 anos…. aguardem

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Categorias:Uncategorized

Rolezinho Cultural

27 de agosto de 2017 2 comentários

Esses dias eu decidi dar um rolê cultural e fui a alguns lugares .Eu gosto de pegar um dia e dedicá-lo a esse tipo de passeio. Procuro no Google onde está acontecendo exposições ou mostras de fotografia, artes em geral, que eu possa me interessar. Adoro. E assim eu dedico um ida inteirinho para isso. Visito museu, galerias, como uma coisinha diferente, enfim, um dia meu, para fazer só coisas que eu gosto.

De manhã eu fui visitar a mais nova galeria de São Paulo que é a Japan House. Bem na Av Paulista, perto do metrô Brigadeiro, a Japan House é mantida pelo governo japonês e somente tem em três lugares do mundo exceto o Japão. São Paulo foi uma das cidades escolhidas para abrigar o Japan House, juntamente com Los Angeles e Londres. A Japan House é novinha em folha ! foi inaugurada esse ano, em Maio. Ele será um espaço cultural para exibições de artistas japoneses e também sobre a cultura do Japão, havendo workshops, aulas, etc. É uma incentiva do Governo Japonês para propagar as características culturais do Japão, desde a cultura milenar até a mais moderna.




A atração que eu vi foi do artista japonês Kengo Kuma, com a exposição Eterno Efêmero. Kengo Kuma é um dos arquitetos modernos mais inventivos do Japão, responsável pela reforma do estádio onde abrigará as Olimpíadas de Tokyo em 2020. Entre alguns trabalhos apresentados nessa exposição, está uma casa de chá feita de um balão enorme flutuante, entre outros .




Lá no Japan House tem o restaurante japonês do renomado chef Jun Sakamoto, que se chama Junji Sakamoto e também tem o Imi Café, uma cafeteria que fica no térreo, onde tem uma sobremesa maravilhosa de matchá , que eu adorooooo , claro que experimentei e amei, já que adoro tudo que é feito com matchá.

Depois do Japan House, eu caminhei pela Av Paulista e cheguei até o Masp. Eu acho que não tinha entrado lá desde minha adolescência, juro. que horror. Se não foi minha adolescência, a última vez com certeza eu era bem jovem, acho até que foi uma exposição sobre Van Gogh, há muito tempo. Enfim…. entrei no Masp ! muito legal né ??? nossa…. me bateu uma nostalgia de juventude, quando o Masp era o museu top 1 de SP.




Tem a exposição permanente lá que nunca é demais, aliás, tem o School Boy de Van Gogh, é nosso ! está já no Masp há muito tempo, entre outras obras de artistas impressionistas e outros.





Mas a exposição que estava em cartaz agora é do artista Toulouse- Lautrec (1864-1901) com a mostra ‘Em Vermelho” , onde conta praticamente toda a história do artista francês desde sua acensão até a sua morte, sendo dividada em cinco nucleos : dentro das casas fechadas com vários retratos de pessoas , o segundo núcleo é uma homenagem às mulheres, como retratos de lavadeiras, artesãs, etc… o terceiro núcleo é com retratos masculinos, e depois o quarto e quinto núcleo apresentando a boêmia e retratos noturnos. Vale a pena.



Vocês sabiam que dentro do Masp tem um restaurante que é bem popular entre as pessoas que trabalham pela Av Paulista ? aliás, você pode até ir ao restaurante sem ter que entrar no museu. O restaurante se chama Uni e o sistema lá é de buffet livre. Com um grande buffet de saladas quentes e frias, vários tipos de frios, uma mesa enorme com várias sobremesas e outra área de buffet com pratos quentes, enche os olhos dos visitantes do museu. O preço é um pouco salgado, é 47,00 reais . Mas veja bem, se come à vontade, sobremesas à vontade , além de você estar em uma das avenidas mais caras do país…. acho que ainda vale a pena para uma vez quando for visitar o museu. Eu particularmente fiquei apaixonada pelo buffet de saladas, eram muitas saladas lindas, crostines, queijos, frios, etc… foi meu favorito. Nos pratos quentes tinham muitas opções como peixes, risottos, massas, salgados como pasteis, parmeggianas, etc… muita coisa mesmo. O buffet de sobremesa tinha bastante coisa também. É bem variado.



Bom, como eu estava ali em frente, eu atravessei a rua e fui até o Fiesp (Centro Cultural Fiesp – SESI ) para ver se estava havendo alguma exposição bacana. E me deparei com uma exposição super fofa, do fotografo Elliot Erwit que se chama Vida de Cão. Nessa exposição em preto e branco realizadas em diversos países, inclusive no Brasil, entre 1946 e 2004, ele mostra como nosso relacionamento com os cachorrinhos tem raízes na semelhança mútua e emoção. Ele mostra as afinidades que o ser humano tem com o melhor amigo do homem. Exposição fofa, da curadoria de João Kulcsár. Amei.




ah…. e pelo caminho havia alguns elefantezinhos …


Depois fui me encontrar com amigos para experimentarmos algumas guloseimas do Carlo’s Bakery, o Cake Boss, que abriu uma unidade no jardins, entre Bela Cintra e Oscar Freire. O lugar é bem bonito, super bem decorado, muitas coisinhas gostosas para experimentar, mas optamos pelo tradicional e carro chefe da confeitaria de New York , que são os cannolis. Também pedimos o lobster tail , que é outro clássico deles, que é tipo uma massa folhada com recheio dentro, eu pedi de caramelo salgado, que é sempre meu queridinho. Gente, olha, o cannoli é realmente do outro mundo e o lobster tail é divino. Poderia até falar aqui que é só modinha, é só preço, é só nome…. mas não é não. São divinos e compensa cada centavo. Maravilhosos.

O meu cannoli eu pedi com a casquinha de chocolate, muito bom mesmo, chocolate meio amargo no ponto.

E assim acabou meu rolezinho cultura , claro que acabou com gordice né ??? tem coisa melhor ?? amigos e gordices = amo.


Categorias:saopaulo

1 dia em Campos do Jordão

9 de agosto de 2017 4 comentários

Como fazia tempo que não voltava à Campos do Jordão ! acredito que uns 10 anos ou até mais. Realmente eu acho que fica meio batido ir sempre pra lá, já que não tem muito o que fazer em Campos, o interessante é ir de vez em quando mesmo, senão fica cansativo. Afinal, a gente vai lá basicamente pra comer e beber rsrs .





Pra mim passar um dia em Campos do Jordão é o suficiente, dois no máximo , só para aproveitar a noite e os bares locais. Não tem muita coisa pra fazer lá, é só para dar uma passeada e vir embora, como não é longe, para mim dá pra fazer um bate e volta tranquilo. Tudo continua a mesma coisa, a natureza linda, o centrinho super charmoso, até os restaurantes são os mesmos.




Ir à Campos do Jordão e não comer um fondue de chocolate é um sacrilégio ! nem que seja daquelas chocolaterias no meio da tarde . Foi o que fizemos ! Tem inúmeras chocolaterias pelo centrinho de Capivari , é só escolher a que te mais agradar e voilá !

Nós almoçamos no restaurante Mercearia Campos e estava tudo muito gostoso. Lotado de gente ! Esses patês de couvert estavam divinos, não se esqueçam de pedir o couvert na Mercearia Campos, eu acho que vale muito à pena. De prato principal eu pedi minha massa favorita, que é com tinta de lula e molho de frutos do mar (pasta al mar ). Sempre quando tem essa massa em algum resturante que eu vou, eu não consigo pedir outra coisa. Era sábado esse dia e a especialidade desse restaurante aos Sábados é a sua famosa feijoada. Dizem que é muito gostosa ! então fica a dica. Esse restaurante também é conhecido pelos seus fondues, principalmente à noite , para o jantar. Muita gente vai por causa dos fondues.


É isso ! foi muito rápido, chegamos de manhã, aproveitamos um pouco a natureza, almoçamos bem, demos uma volta, compramos uns chocolates (claro ! ) e no final da tarde voltamos embora. Foi um dia super gostoso, frio com sol, céu azul, a cidade estava lotada de gente, ainda era Julho, época de férias…. estava uma delícia. Agora acho que vou demorar mais uns 10 anos pra voltar…risos… Campos do Jordão, recomendo !




Categorias:Campos do Jordão

Resumão Canadá – Considerações Finais

19 de julho de 2017 Deixe um comentário

Então gente, esse resumão Canadá será bem resumido mesmo, pois não passei muito tempo lá e não tive a oportunidade (falta de tempo) de realmente conhecer o país, conhecer mais lugares, mais cidades, até mesmo mais lugares dentro das cidades que conheci. Tudo o que eu vi e visitei foi demais, lindo. O povo é muito cordial e educado, até simpático eu diria. É um ar bom que se respira por lá, o país é certinho, organizado, limpo, tudo funciona normalmente e não percebi nada fora do normal. A única coisa que percebi em Vancouver é que as vezes parece que você está no Japão ou Coréia , pois há muito imigrantes asiáticos por lá, e pelo que eu li a maioria são japoneses e coreanos . O Canadá inteiro virou um país de imigrantes né ? acredito que em Toronto seja a mesma situação, talvez com imigrantes de outros países. Não comi muita coisa no Canadá , mais coisas simples e internacionais mesmo, que tem no mundo todo. Não quis comer o tal do poutine (batata frita com molho de carne ) pois já experimentei uma vez e não gostei da minha batata frita encharcada, prefiro ela bem sequinha e crocante (quem vem comigo nessa ? rs ) O que eu gostei de Vancouver foram as inúmeras cafeterias mega charmosas pela cidade, isso eu amei e fui tomar um café em várias delas, todas uma graça. Não comprei absolutamente no Canadá, aliás, até me esqueci de comprar o Maple Syrup ( aquele “mel” típico de lá para colocar em panquecas e waffles ), imagine que eu me esqueci disso ! tão baratinho por lá … risos. Mas esqueci mesmo, acho que não entrei em nenhuma loja em Vancouver, só supermercado e farmácia. No geral, é tudo muito lindo ! Especialmente a região de Vancouver, por causa da natureza, as montanhas nevadas, os lagos…. a cidade em si é belíssima !

Então é isso ! acho que teria que voltar ao Canadá e ficar mais tempo, conhecer mais lugares e ter uma maior experiência no país ! Quem sabe eu ainda passo um mês inteiro visitando o Canadá ? acho que vou começar a planejar isso para um futuro próximo….  Fui !

Categorias:Canada, Toronto, Vancouver

Meio dia em Toronto (só um gostinho)

3 de julho de 2017 3 comentários

Então,

Eu não iria visitar Toronto. Toronto seria somente minha conexão para São Paulo, era sair de um avião para entrar em outro, apenas. Mas o que aconteceu é que meu vôo de Vancouver para Toronto teve um problema técnico no ar, tendo que voltar para Vancouver. E como demorou demais até tudo se resolver e me colocarem no próximo vôo para Toronto, já era tarde demais e eu há havia perdido minha conexão de Toronto para São Paulo. Bom, a cia aérea Air Canada me colocou num hotel, pagou minhas refeições e tive que esperar até o próximo dia à noite para eu pegar o próximo vôo para São Paulo. Cheguei um dia depois ao Brasil. Mas tudo bem , o hotel era bom e pude descansar um pouco, além de ter um excelente café da manhã.

Como meu vôo era só à noite eu fui dar uma volta na cidade de Toronto. Como eu tinha acordado tarde no hotel , estava muitíssimo cansada, afinal, eu ficaria praticamente 3 dias viajando, eu só dei um voltinha  mesmo, não fiz quase nada. Fui no centro de Toronto , dei uma passeada por lá, comi em um Tim Horton’s , claro…risos




Também fui ao CN Tower, que é a torre de observação bem famosa da cidade de Toronto, vi a cidade inteira de lá de cima, achei tudo muito lindo. Era um domingão, cidade vazia, não tinha muita gente na rua, só alguns turistas, e eu muito cansada com uma vontade enorme de estar na minha cama naquele exato momento.









Voltei para o aeroporto, peguei meu vôo, graças a Deus, deu tudo certo e cheguei segura em São Paulo. Eu ainda tinha vouchers da cia aérea para comprar coisas pra comer no aeroporto, fui gastar todos meus vouchers e teve coisa que só comi mesmo no Brasil, trouxe pra cá.,..rs

Só fui mesmo relaxar quando eu deitei na minha cama, depois de um longo banho no MEU banheiro.

FIM

Categorias:Canada, Toronto

Vancouver – O hotel

30 de junho de 2017 Deixe um comentário

Em Vancouver, diferentemente de Seattle , onde fiquei em hostel, eu acabei ficando em um hotel. Eu comecei a ver os preços e comparar hoteis na cidade, e como eu só iria passar 4 noites, eu cheguei a conclusão que compensava ficar em um hotel mesmo, principalmente pelo preço que encontrei no site hoteis.com. O nome do hotel que fiquei em Vancouver se chama Moda Hotel. É um hotel boutique consideravelmente pequeno bem no centro da cidade. A localização dele é o forte. O quarto também é bem legal, ar condicionado quente e frio, frigobar, cafeteira , e chuveiro muito bom. Foi o essencial e necessário. Atendimento e serviço eu também gostei muito, não tenho o que reclamar e recomendaria a todos. Eu fechei esse hotel tipo um ano com antecedência, nem sabia ao certo se iria mesmo ao congresso em Seattle. Fiz isso para não ficar na mão e para aproveitar o preço que foi mais ou menos 200 reais a noite. E como era cancelamento grátis, eu não tive receio.

Ah, a cor predominante do hotel é vermelha, então tem bastante vermelho no quarto como na cama e no banheiro…risos. Não sei se tem gente que se incomoda com isso, pra mim não é fator em nada, não me diz absolutamente nada. Fatores para mim são primeiramente preço e segundamente localização.






Assim foi minha estadia em Vancouver, boa e tranquila, sem nada a reclamar

Categorias:Canada, Hotéis, Vancouver

Vancouver – dia 4

28 de junho de 2017 Deixe um comentário

Esse era meu último dia inteiro em Vancouver e o dia continuava bom ! então foram 2 dias inteiros de chuva e depois mais dois dias de sol, de tempo bom. Ok, me senti no lucro, imagine se todos esses quatro dias de Vancouver fizesse chuva ? e olha que é bem comum ! eu estaria bem ferrada, sem muita coisa legal para fazer, já que a maioria das atrações de Vancouver são ao ar livre.


Bom , nesse dia eu decidi ir ao Capilano Suspension Bridge Park fica ao norte de Vancouver onde abriga uma ponte suspensa , a Capilano Suspension Bridge, que tem mais de 140 metros de cumprimento , em cima do rio Capilano, numa altura de mais de 70 metros, numa area florestal bem linda . Essa ponte foi feita em 1889 e depois inteira refeita em 1956, convidando muitos turistas do mundo todo a atravessá-la. O parque é lindo e a atração principal é atravessar essa ponte suspensa que balança muito ! mas muito !  e aquele povo que passa meio correndo ? ai que raiva..rsrsrs…

Para ir a esse parque, eles oferecem um ônibus totalmente de graça, no centro de Vancouver, que sempre está parado em frente ao quiosque de informações em frente ao Vancouver Convention Centre, é bem no centro mesmo, impossível perder. O ônibus sai desse lugar o tempo todo, de cada meia hora ou no verão com mais frequência. E depois você volta nesse mesmo ônibus, é grátis.




Bom, eu não tive problema algum em atravessar essa ponte, era só não olhar muito para baixo..risos. O meu medo era derrubar meu celular ! estava querendo tirar várias fotos e colocava muito o braço para fora da ponte, aí me dava medo. haha. Muitas pessoas entram nesse parque , curtem as outras atrações e não atravessam a ponte, por medo de altura mesmo.





Outra atração é a trilha nas alturas…. são caminhos de trilhas bem no alto, fora dos troncos das arvores, quem tem medo de altura também não encara não. Essa trilha se chama Cliff Walk. Achei bem lindo lá de cima e fiz questão de ir, claro. Não tenho esse tipo de medo.





Nesse dia depois do parque, eu fui caminhar e ver um pouco do por do sol no waterfront de Vancouver, na região central mesmo, atrás do Convention Centre. O lugar é lindo e dá para dar uma boa caminhada por lá.






O final de tarde em Vancouver é esplendoroso. Por do sol lindo , numa junção de mar, montanhas, floresta, muito lindo .














A marina é linda ao entardecer






Fui numa cafeteria bem gostosa esse dia, em Gastown, chamada Coffeebar Gastown.


Eu só fui em cafeterias em Vanvouver… risos.. essa de baixo eu nem me lembro o nome

Depois a noite foi minha despedida de Vancouver . A noite é linda em Gastown, o centrinho histórico.






Acho que deu para eu ver um pouco de Vancouver , apesar dos dias de chuva, eu aproveitei bastante e fui aos lugares que queria. Deu tudo certo e achei Vancouver uma cidade lindíssima.Quem sabe  eu volto algum dia que eu estiver novamente pela região ? 🙂 Enfim, adorei a cidade, super voltaria,super recomendo,  talvez eu queira voltar no alto verão,para não pegar tanta chuva de primavera. Cidade linda, limpa, pessoas simpáticas, serviços excelentes , foi tudo de bom.

Categorias:Canada, Vancouver

Vancouver – dia 3

26 de junho de 2017 Deixe um comentário

Dia lindo, finalmente !!! a chuva parou e o céu está lindo, azul, maravilhoso, como tinha que ser. Nesse meu primeiro dia bonito em Vancouver eu aproveitei para logo de manhã ir até o Stanley Park, um parque incrível, dentro da cidade de Vancouver, onde todos vão pra curtir o bom tempo, caminhar, andar de bike, enfim, o parque da cidade.




O Stanley Park é o maior parque urbano de todo o Canadá e é 10% maior que o Central Park de New York, ou seja, o parque é muito grande. Ele é todo florestado com meio milhão de árvores de até 76 metros de altura. Ele é considerado um dos melhores e maiores parques de toda a América e o 16º melhor do mundo inteiro. Fui pra lá de ônibus. Ônibus número 19.








De dentro do parque você consegue enxergar as montanhas nevadas de fundo, é um visual lindo e inesquecível ! e como estava um lindo dia, havia muitas pessoas pela manhã lá no parque aproveitando o clima . 🙂








Depois de ir ao Stanley Park, eu voltei ao centro de Vancouver para dar uma volta pelo centro histórico de Gastown, pois ainda não havia caminhado nesse centrinho sem chuva. O Gastown foi o primeiro bairro de Vancouver, sendo o primeiro centro da cidade. Hoje em dia é um lugar muito visitado, histórico, cheio de cafés, restaurantes e lojinhas de souvenir. O Gastown é um bairro super charmoso , recheado de prédios pequenos de tijolinhos à vista, exatamente como era antigamente. É onde fica o relógio a vapor, uma atração turística de Vancouver – Steam Clock, fundado em 1977.



Nesse mesmo dia, depois de dar uma passeada pelo centro histórico de Vancouver, o Gastown, logo ali mesmo nós temos o observatório de Vancouver, a torre que se chama Vancouver Lookout. Nessa mesma manhã, antes de ir ao Stanley Park, eu já havia comprado ingresso para subir nessa torre e depois a tarde eu fui lá ver. A torre tem 170 metros e você sobe num elevador de vidro pr 40 segundos. A vista é toda panorâmica da cidade de Vancouver e super vale a pena subir. Com o elevador de vidro, você vê toda a cidade já na subida para a torre.






Dei uma paradinha em um Tim Hortons para almoçar ….

Depois na parte da tarde , eu fui conhecer a ilha de Granville em Vancouver. Também fui de ônibus. (número 50). Em Granville tem uma atração imperdível que é o maior mercado de Vancouver, onde tudo acontece referente a comida, frutas, legumes, todos os produtores e fazendeiros de Vancouver estão lá. Esse mercado se chama Granville Island Public Market. É uma parada obrigatória da cidade, com certeza. Um mercado lindo, cheio de gente, artistas, shows, muitas comidinhas maravilhosas, tudo de bom. E o cenário desse mercado é a coisa mais linda do mundo. Vale muito à pena. Passei a tarde toda lá.











Fui tomar um café bem gostoso numa cafeteria, em Gastown, chamada Buro Café. Super recomendo.



Detalhe — esse cookie era de peanut butter com chocolate. Eu sou louca por PB.

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Vancouver – dia 2

19 de junho de 2017 1 comentário

Acordei na chuva. Muita chuva ainda, gente !!!! Raincouver mesmo ! nunca vi cidade para chover tanto, e olha que é sem parar, nem 1 minuto de parada, chuva , chuva e mais chuva. Mas mesmo assim não me parou não, afinal, eu estava em Vancouver e tinha que arrumar uma maneira de aproveitar a cidade . Ok, eu vou no início de primavera e ainda reclamo de chuva ? vai a dica, o que fazer numa cidade onde a chuva é torrencial e não para ? se enfiar num museu !

Primeiramente, vejam a primeira foto que tirei da cidade, ai que depressão …hahahha

E eu fui, logo pela manhã, peguei o metrô (tão prático!) e fui para o Science World, que é um museu interativo de ciências. Ai que arrependimento ! 25 dólares e arrependimento. Eu senti que estava entrando numa fria logo na fila para comprar o ingresso, e mesmo assim quis continuar. O lugar é fofo, é super interativo, um monte de coisas legais e tal sabe….. sobre ciências e talssss… mas é totalmente infantil para crianças ! CILADAAAAAAAAAA ! os únicos adultos que estava lá eram os pais correndo atrás dos filhos. Meu, cilada maior que essa num dia chuvoso ? além de molhar toda, encharcar a barra da minha calça, encharcar meu tênis, eu fui parar nesse lugar. Não me levem a mal, o lugar deve ser maravilhoso para crianças, pq é mesmo, super bacana, fofo e tudo mais, mas não para mim.




Então tá, fazer o quê ! estava com fome ! e a chuva não parava. Já passava da hora do almoço e decidir comer uma massinha bem gostosa. Fui direito para o centro de Vancouver, propriamente em Gastown, que é o centrinho histórico e me deparei com um restaurante bem grande chamado Spaguetti Factory ( acho que já tinha ouvido falar ), entrei e almocei deliciosamente uma massa maravilhosa, com uma saladinha de entrada divina, e meu humor voltou, nem lembrava mais dos 25 dólares que eu perdi.




A chuva até que deu uma trégua depois desse almoço, o tempo continuou escuro, parecendo que a qualquer hora ia cair outra pancada de chuva, mas deu uma segurada e eu fui andar um pouco pelo centro de Vancouver.





Me deparei com essa igreja linda anglicana , a Christ Church Cathedral , a catedral de Vancouver, que é toda feita em pedra e foi construída em 1889.



E não é que o tempo deu uma melhorada de verdade ??? A chuva decidiu dar uma trégua e eu peguei essa oportunidade com unhas e dentes ! eu tinha que ver tudo em 3 horas antes que escurecesse…rsrsrsrs. Decidi ir a Yaletown, onde fica a marina de Vancouver. Lugar lindo ! e aquela hora do dia ajudou muito para ficar mais bonito ainda. A marina é linda, aqueles barcos todos, os prédios em volta da marina também são bem bonitos, com certeza com apartamentos caríssimos dentro . Muita gente caminhando, correndo e passeando com seus cachorrinhos pela marina, claro, depois de tanta chuva, o povo saiu louco para aproveitar o resto do dia de sol.







Fechei meu dia na marina de Vancouver, ainda um pouco encharcada da chuvarada, mas aproveitando cada segundo desse lugar lindo ! Ah , e amanhã promete ! ansiosa esperando pelo dia de amanhã, que está prometendo sol o dia inteiro, essa é a minha deixa para conhecer mais de Vancouver, tenho que aproveitar o pouco tempo que me resta na cidade.





Os cachorros que gostaram muito da mudança de tempo …


Da marina nós temos a vista do Science World de fundo, é bem linda



Amanhã promete sol o dia todo

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Chegando em Vancouver – dia 1

14 de junho de 2017 Deixe um comentário

Saí de Seattle… ô tristeza ! 😦 Saí do hostel estava ainda escuro, pois meu trem para Vancouver era às 07:00 da manhã.  Mesmo com a tristeza de deixar Seattle para trás, sabia que estava indo para um lugar muito legal também, Vancouver – Canadá. Até então precisávamos de visto para ir ao Canadá, agora li na internet que não precisamos mais, é isso gente ? bom, eu tenho meu visto e de qualquer maneira eu precisaria, já que isenção do visto é partir de agora, mês de Maio.

De Seattle para Vancouver você pega um trem da Amtrak, que sai da estação de trem central de Seattle, o King’s Street Station. Essa viagem dura aproximadamente 4 horas e é uma viagem bem gostosa, nada cansativa.

Nesse trem tem cafeterias onde você pode comprar seu café e suas guloseimas e também tem um vagão grande com as poltronas todas voltadas para a janela, para apreciarmos a vista, que é linda ! massssssssss…. nesse dia que eu fui estava bem cinza e chovendo, então a vista estava bonita mas nem tanto.





Chegando em Vancouver, lá pelas 13:00 da tarde, mais chuva. Mas era muita chuva, e continuou aquele dia inteirinho, sem nenhuma trégua e eu só queria dormir um pouco no hotel ! fiquei um pouco no hotel e depois saí para dar uma volta, mas não deu pra ver muita coisa não, a chuva estava demais .

Andando pelo centro de Vancouver, eu vi uma plaquinha dizendo que era o lugar do melhor cheesecake de Vancouver. Bom, foi nesse café que parei mesmo. Muito bom cheesecake, café super aconchegante, lotado de gente, lugar bem gostosinho.



Esse lugar onde comi o cheesecake , se chama Gastown, é um centrinho histórico de Vancouver, onde tem o grande relógio a vapor, o Steam Clock. Ele funciona a vapor e é um dos atrativos do centro de Vancouver. Nesse dia estava chovendo muito então não deu para tirar fotos muito boas, infelizmente, mas depois voltei e contarei mais a respeito.

Debaixo de tanta queda d’àgua, só fui me tocar que estava no Canadá quando me deparei com a vitrine dessa loja rsrs  :

E assim foi minha chegada em Vancouver —- muita, mas muita chuva ! agora entendi por que o apelido de Vancouver é Raincouver 🙂 Não aguento mais chuvaaaaaaaaaaaaaa

Categorias:Canada, Vancouver
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