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A antiga fábrica São Martinho, Tatuí – SP

A antiga fábrica São Martinho é patrimônio histórico da cidade e patrimônio industrial do estado de São Paulo. Localiza-se na minha cidade natal, Tatuí . Martinho e Manoel Guedes, foram os fundadores. Martinho Guedes Pinto de Mello foi um português que refugiou-se da crise de Portugal para vir ao Brasil, se instalando no interior de São Paulo, aqui em Tatuí. Por volta de 1860 ele começou a importar algodão de outras partes do mundo para começar sua pequena fábrica de tecelagem.



A fábrica de tecelagem São Martinho foi fundada em 1881, tornando Tatuí a maior produtora têxtil do país, chamada na época de “Ouro Branco” . A indústria têxtil São Martinho também esteve envolvida na chegada da ferrovia Sorocabana na cidade de Tatuí, tal como a chegada da eletricidade na cidade – se tornando a primeira industria têxtil com energia elétrica do país. Tamanha importância foi essa indústria em Tatuí, que os donos Martinho e Manoel Guedes tinham frequentes contatos com Dom Pedro II, o recebendo como visita em sua casa diversas vezes.

O casarão ( hoje abandonado ), encontrado em frente à fábrica São Martinho, pertencia aos donos Martinho e Manoel Guedes, era a casa da família. Há rumores que há um túnel desse casarão que vai até o meio da fábrica, para que os donos da fábrica não precisassem sair na rua para ir ao trabalho. — fazendo assim o casarão conectado diretamente com a fábrica. ( hoje ambos abandonados ).



Claro que também há muitas lendas que envolvem esse casarão. Lendas urbanas Tatuianas. Uma delas é que aconteceram assassinatos na casa e ainda há restos mortais (ossos ) no porão da casa. Também há outras lendas, os quais os vizinhos do casarão relatam que aparece uma mulher de camisola branca, em cima do telhado da casa, nas madrugadas de Tatuí….(risos). Também, pessoas que já entraram na casa,  já me disseram que dentro da casa é tudo de cor roxa escura, até os banheiros, algo bem mórbido mesmo…. vai saber ! rs . Só sei que lá em 1860, essa casa deveria ser a casa mais chique de Tatuí !!!



Outras casas , também em volta da fábrica São Martinho, eram de pessoas ligadas à família Guedes na época, que também trabalhavam nessa mesma fábrica, claro.




Os portões e janelas dessas casas são uma graça !


Também, em volta da fábrica, as ruas pertenciam à antiga vila dos operários. Todos que moravam aqui em volta eram os operários da fábrica, e suas famílias. As casinhas bem pequeninas, todas coloridas, uma encostada na outra, dando um charme bem vintage nessa rua ao lado da Fábrica São Martinho.





As casinhas coloridas, antiga vila de operários da fábrica São Martinho, são casas habitadas — pessoas realmente moram aqui. Eu hoje saí bem cedo para tirar essas fotos, para não encontrar ninguém em frente..rsrs





Esse ponto da cidade que estou mostrando para vocês, fica na região central de Tatuí, algumas quadras abaixo do centro da cidade, para vocês se localizarem melhor. Na verdade, há duas quadras de onde eu trabalho, então é bem fácil de chegar ( quem vier à Tatuí…). Esse foi um pouco sobre a história de Tatuí. Espero que tenham gostado. Beijos !

*** Todas as fotos desse blog foram tiradas por mim ! – o uso das mesmas em outro veículo de comunicação é crime.

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Categorias:Tatuí-SP
  1. 3 de julho de 2016 às 4:23 PM

    Tenho muito sobre esta historia na loja de antiguidades,na praça Sao Martinho 11

  2. Stefani
    13 de março de 2016 às 6:15 PM

    Conheço muito bem esse casao a Dna Violeta Madrinha do meu pai fui praticamente criada dentro desse casaraõ e conheço muitas historias sobre ele…e naõ é lenda naõ

  3. Silvana Silva dos Santos
    10 de janeiro de 2016 às 5:32 PM

    Minha mãe também trabalhou nessa fábrica, na roca mais precisamente

  4. Pedro.
    29 de dezembro de 2015 às 6:34 AM

    Bom dia!

    a minha mãe trabalhou nesta fabrica nos anos 60, fiquei muito emocionado de ver as fotos, obrigado!

  5. Eduardo
    2 de setembro de 2015 às 5:27 PM

    informacao de dez/13, de duas materias de jornal de Tatui.

    Infelizmente, leilao nao ocorreu…mas abaixo pode-se ter informacoes interessantes e fidedignas, de tese academica de Arquitetura, sobre a historia e situacao do casarao e da fabrica:

    http://jornalintegracao.com.br/tag/casarao-dos-guedes/
    (texto, abaixo, fotos no site acima)

    Leilão da fábrica São Martinho repercute na comunidade
    dezembro 6, 2013

    LEILÃO DA SÃO MARTINHO REPERCUTE NA COMUNIDADE

    Fábrica São Martinho no site do Condephaat.

    A entrevista concedida pelo dr. Marcus Menezes Barberino Menezes, juiz da Vara do Trabalho de Tatuí, com exclusividade ao jornalista Rogério Lisboa, repercutiu na comunidade. O magistrado federal, em tom de alerta, afirmou que no próximo ano, o antigo “Casarão dos Guedes” e a fábrica São Martinho poderão ser leiloados para pagar dívidas antigas junto aos funcionários da tecelagem e de créditos e cartas precatórias e executórias, que já encontram-se sem cumprimento há muito tempo, oriunda até de outras comarcas.
    Tão logo circulou a informação, o assunto tomou conta dos meios empresariais e empreendedores, principalmente das pessoas que conhecem a história da Fábrica São Martinho. A avaliação atual dos imóveis ultrapassa R$ 10 milhões e todo o complexo arquitetônico fica em área nobre de Tatuí. No entanto, as construções estão completamente abandonadas e dão um aspecto desolador para aquela região da Rua Nonhô da Botica, próximo à Concha Acústica. Alguns mais ousados idealizam um conjunto de apartamentos, preservando apenas a torre da fábrica. E outras ideias não faltam para dar uma destinação adequada para o complexo industrial. No entanto, alerta o juiz federal Marcus Menezes, na matéria publicada na última edição, “é uma dívida considerável e, por isso, o prédio foi objeto de penhora, mesmo sabendo de suas restrições de uso, já que trata-se de um imóvel histórico e tombado”.

    No site da Secretaria de Estado da Cultura, o número do processo de tombamento como patrimônio histórico deste conjunto arquitetônico é 31.877/94 e registrado no Livro do Tombo Histórico sob número 358, página 97, de 12/02/2008. Neste mesmo livro está assim descrito: “A Fábrica São Martinho, no Município de Tatuí, é pioneira entre as indústrias têxteis no Estado de São Paulo e foi constituída a partir de iniciativas envolvendo a acumulação de capital gerado nos setores agrícola e comercial; essa configuração é típica da história empresarial paulista. Representa local de convívio social e é referência afetiva e de localização, sendo destaque na paisagem urbana de Tatuí. O tombamento recai sobre a unidade fabril (edifício principal e toda quadra em que se situa), casa da família proprietária, de hóspedes e conjunto de moradia de trabalhadores”.

    Um pouco de história

    De acordo com tese de Maíra de Camargo Barros, orientada pela professora doutora Regina Andrade Tirello, da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), o conjunto arquitetônico de habitações da Companhia de Fiação e Tecelagem São Martinho foi inaugurado no século XIX. Martinho e Manoel Guedes Pinto de Mello foram os fundadores e se desfizeram do patrimônio por volta de 1930, sendo sucedidos por outros proprietários. Na dissertação, Maíra de Camargo Barros revela que “Martinho Guedes Pinto de Mello veio ao Brasil refugiando-se da crise política em Portugal, sua terra natal. Fixou residência em Tatuí, onde, trabalhando como comerciante de manufaturados, por volta de 1860 começou a importar sementes de algodão herbáceo, vindas dos Estados Unidos, e a distribuí-las entre os agricultores locais. Dava-lhes as sementes, ensinava-lhes o plantio e dividia com eles os lucros da produção. Após sua morte, um de seus seis filhos, Manoel, decidiu implantar o grande sonho de seu pai, uma tecelagem de algodão na cidade. A Companhia de Fiação e Tecelagem São Martinho, inaugurada em 1881, tornou a cidade de Tatuí, a maior produtora do chamado “Ouro Branco” no sul do país. A indústria têxtil, que chegou a trabalhar com mais de 250 teares, promoveu significativas mudanças em Tatuí e região como a chegada da Ferrovia Sorocabana à cidade e a instalação da Companhia de Força e Luz – de posse da própria indústria têxtil- a qual atendia não somente Tatuí, mas também as vizinhas Conchas e Pereiras. Na década de 1970, após franco declínio, a Companhia fechou depois de ter pertencido a outros proprietários”.

    O CONJUNTO FABRIL

    Maíra Camargo Barros, em sua tese informa que “o Conjunto fabril encontra-se localizado na área central da cidade, formando um grupo conciso com mais de 10.000m², composto de cerca 45 edifícios – o casarão do proprietário, a casa dos técnicos, 39 casas operárias e diversos galpões fabris – dispostos ao longo de cinco grandes quadras. Hoje, os edifícios encontram-se ainda em razoável estado de conservação, sendo que apenas as habitações de menor porte possuem uso, sendo alugadas para moradia”.

    SÃO MARTINHO VERIFICA INFORMAÇÃO
    Na terça-feira (18), uma pessoa que se identificou como “Nilo Sírio”, assessor da diretoria da Fábrica São Martinho, entrou em contato com a redação deste jornal, para comunicar que um advogado está cuidando destes processos trabalhistas na Vara do Trabalho de Tatuí. Ele conta que a entrevista concedida pelo juiz federal Marcus Menezes Barberino Mendes surpreendeu a direção da empresa e que o impasse sobre estes imóveis começou quando o ex-prefeito Luiz Gonzaga Vieira de Camargo editou o Decreto Municipal nº 4.735, em 31 de março de 2005, e tombou os prédios.
    Segundo Nilo, a diretoria da Fábrica São Martinho possui um plano cultural para o imóvel e gastou com arquiteto para elaborar este projeto. Nilo, que depois identificou-se como jornalista, disse ainda que a atual administração municipal fez contatos com a diretoria da empresa e o bom relacionamento pode colocar um fim ao impasse. Parece que a informação procede. Dia 17 de janeiro deste ano, o prefeito José Manoel Corrêa Coelho (Manu) e o vice-prefeito Vicente Menezes foram recebidos pela diretoria da fábrica, em São Paulo. Sua assessoria de imprensa, porém, não divulgou o encontro e nem o assunto tratado nesta reunião. Tudo leva a crer que a visita dos políticos tatuianos aconteceu para tratar de interesses da população, visto que este patrimônio histórico e cultural pertence ao município. O bom relacionamento com a empresa pode se traduzir ainda pela realização da “Festa de Comida de Buteco”, organizada pela Prefeitura, e que ocorreu no pátio principal da tecelagem.
    Em um segundo telefonema à redação deste semanário, Nilo Sírio afirmou que, depois de ler com atenção a matéria publicada na última edição, sobre a penhora e a possibilidade de leilão da fábrica e do casarão históricos, refletiu e entendeu que o juiz Marcus Barberino Mendes está tentando resolver esta situação.

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    Em Tatuí, fábrica e casarão históricos podem ir à leilão em 2014
    dezembro 1, 2013

    Casarão dos Guedes vai à leilão em 2014.

    A Fábrica São Martinho e o “Casarão dos Guedes”, ícones da história sócio-econômica e cultural de Tatuí, poderão ser leiloados no ano que vem. A informação é do juiz titular da Vara do Trabalho de Tatuí, Dr. Marcus Menezes Barberino Mendes, que conversou com a reportagem deste semanário. O magistrado disse que os imóveis foram penhorados pelo Poder Judiciário, para garantir o pagamento de dívidas antigas junto aos funcionários da tecelagem e de créditos e cartas precatórias e executórias, que já encontravam-se sem cumprimento há muito tempo, oriundas até de outras comarcas. “É uma dívida considerável e, por isso, o prédio foi objeto de penhora, mesmo sabendo de suas restrições de uso, já que trata-se de um imóvel histórico e tombado, de importância arquitetônica e que faz parte da história sócio-econômica da cidade de Tatuí”, declarou. O tombamento foi determinado pelo Condephatt – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico – cuja atuação é ligada ao trabalho da UPPH – Unidade de Preservação do Patrimônio Histórico, da Secretaria Estadual da Cultura.

    Dr. Marcus Menezes, juiz da Vara do Trabalho.

    O juiz trabalhista explica que “estes créditos inadimplentes, certificados pelo Judiciário, devem ser satisfeitos, e isto tem como consequência levar o imóvel, em algum momento, à hasta pública para vender, constituir recursos e pagar os trabalhadores que não receberam aquilo que lhes é devido”. E pelo andamento do processo, segundo o magistrado, o leilão tem probabilidade de ocorrer já no próximo ano, salvo se, na melhor das circunstâncias, a dívida for quitada. Dr. Marcus, no entanto, considera esta possibilidade difícil, pois a dívida, em sua somatória, é superior a R$ 9 milhões. A avaliação dos imóveis, por sua vez, ultrapassa R$ 10 milhões. “Nossa expectativa ou planejamento é de que isto vá à hasta pública em uma das praças do ano de 2014. “É claro que os proprietários podem suscitar alguma questão que mereça apreciação do Poder Judiciário, mas em princípio, mesmo isto teria uma solução rápida e permitiria o leilão no ano que vem ou, mais tardar, em 2015”, explicou.

    Fábrica São Martinho também será leiloada.

    O magistrado revela, porém, que este leilão não significa ameaça ao tombamento, pois o comprador saberá que o imóvel está sendo transmitido com as restrições próprias de uso. “Mas é fato e legítimo que o particular que eventualmente venha a adquirir esta área poderá dar a ela uma destinação inteiramente diferente do que a população de Tatuí deseja ou pensa, desde que ele respeite as leis de uso do solo e as regras do tombamento”. Dr. Marcus acredita que, em vista do montante de recursos a ser despendido, somente o poder público municipal não teria condições de assumir a propriedade. Deve existir, sugere o magistrado, uma cooperação dos entes federativos superiores, do estado ou união, para talvez fazer em Tatuí a locação de um equipamento público relevante, na área da cultura ou educação. “Não sei se o município teria, sozinho, capacidade econômica de resolver a questão”, salienta.
    Sabedor da importância histórica e cultural para Tatuí destes imóveis já penhorados, e que podem ser leiloados brevemente, Dr. Marcus sugere que a sociedade reflita sobre o problema, se engaje e busque soluções junto aos representantes políticos e às entidades ligadas à cultura e educação, a nível municipal, estadual ou federal. “Para o Judiciário, a solução é a hasta pública e ela certamente ocorrerá em algum momento”, alerta.

  6. Eduardo
    24 de agosto de 2015 às 1:07 AM

    Lu Russa, parabens pelas fotos e pela pesquisa. Scaneei documento com informacoes interessantes sobre a historia de Tatui, fabrica Sao Martinho e seu idealizador Martinho (1827-1872) e fundador (Manoel (1853-1927). Quer q eu poste direto, ou mando para vc?

    • Ingrid
      24 de agosto de 2015 às 8:32 AM

      oi Eduardo, tudo bem?!
      queria que você me enviasse tbm esses arquivos…
      =)

      • Eduardo
        2 de setembro de 2015 às 5:33 PM

        como posso enviar para vc? por enqto esta’ em powerpoint, muito pesado…vou tentar reduzir o peso dos arquivos.

  7. André
    5 de julho de 2015 às 8:06 PM

    Olá, interessante esse casarão…sabe dizer se é permitida a entrada? Sou fotógrafo e esse casarão, se realmente tem esse visual obscuro por dentro, seria perfeito para um ensaio gótico.

  8. 7 de maio de 2015 às 7:54 PM

    Estou maravilhada com a repostagem e fotos. Muito grata.

  9. `Patricia Crampes
    19 de novembro de 2014 às 12:45 PM

    elizaroxana nós somos parentes então. Sou neta de Noêmia, filha de Manoel e Adelayde – segundo casamento dele pois a primeira esposa faleceu.

    • Eduardo
      24 de agosto de 2015 às 1:11 AM

      Ola Patricia, Roxana faleceu um ano atras, aproximadamente. Pena. Vide info que postei ha’ pouco no site da familia Guedes: Curiosidades:.
      1. Manoel Guedes (n.16.7.1853, + 9.4.1927) no seu cartao de casamento (vide abaixo), usou o nome Manoel Guedes de LIMA Mello (Lima, de sua mae) e nao Guedes Pinto de Mello, quando casou com a portuguesa Adelaide Sofia Guedes de Freitas, sua 1a. esposa (q faleceu em 3/agosto/1884, `a epoca do nascimento de seu filho Thomaz). Tiveram dois filhos: Martinho (n.1838, estudou em Hamburgo, Alemanha) e Thomaz, que ajudaram o pai na conducao dos negocios, e mais varias outras filhas, uma das quais lembro bem: Leonor.
      2. Em seu segundo casamento, Manoel Guedes casou-se com OUTRA Adelaide:.Maria Adelaide Barnsley, cuja familia tem historia interessantissima !! Pai dela era medico na Georgia, EUA, e veio de la’ qdo da epoca da Guerra de Secessao americana. Avos e bisavos estavam entre os mais importantes traders de algodao nos EUA. Alias, casarao dos Guedes em Tatui lembra arquitetura de Savanah, GA, EUA.
      3. Thomaz, filho de Manoel, casou-se com Maria Genoveva de Aquino e Castro (vide cartao abaixo) em 25.7.1906 (poucos dias depois, dia 10.08.1906, falece o avo dela, Conselheiro de D.Pedro II, e depois presidente do STF de 1894 a 1906, Cons.Olegario Herculano de Aquino e Castro (o segundo mais longevo presidente da historia do STF, formado pela Sao Francisco em 1848). Tiveram 5 filhos: a. Manoel (Neco) Dias de Aquino Guedes, pai da Suzana Guedes, b. M.Josefina de Aquino Guedes (minha saudosa avo’ Fifina, vide cartao abaixo, n. 1908, + 1994, Josefina = nome da mae de Genoveva), Margarida (Margot), M.Genoveva (Veva) e Thomaz Filho.
      4. Thomaz, viuvo e com 5 filhos, casou-se com Graziella de Azevedo Sampaio, de Sorocaba, que criou os 5 acima e mais 9 filhos seus: Martinho Guedes hj com 91 anos, firme e forte, Therezinha Guedes da Rocha (89 anos, tb forte e lucida), Stella, Gilda e Marcos, que podem nos ajudar a contar mais historias!!!!.
      (desculpe falta de acentos..teclado americano…)

      • Patricia Crampes
        15 de junho de 2016 às 8:08 AM

        Olá Eduardo, se puder me enviar tudo que tem sobre a familia eu agradeço imensamente, pois estou tentando juntar todos os dados de nossos familiares.

        • Eduardo
          16 de julho de 2016 às 9:46 AM

          Ola Patricia…existem: site no FB da familia…e tb estou montando a arvore genealogica..Vc esta em SP, Tatui ou onde?

        • Eduardo
          6 de fevereiro de 2017 às 12:31 PM

          Ola Patricia, vc conseguiu achar mais info sobre a familia?

      • 14 de outubro de 2016 às 9:55 AM

        Nossa que histórias interessante estou morando nessa cidade maravilhosa a pouco tempo e já estou vivendo essa linda história parabéns. Tatui

  10. Familia Machado
    27 de outubro de 2014 às 1:56 PM

    Eu nasci nesse bairro, me lembro da sirene que tocava quando os operários entravam e saiam do trabalho. Curto muito esse lugar. Pena que acabou.

  11. Familia Machado
    27 de outubro de 2014 às 1:52 PM

    Eu nasci nesse bairro, me lembro da sirene que tocava quando os operários entravam e saiam do trabalho. Curto muito esse lugar. Pena que acabou. Simei Machado

  12. Patricia Crampes
    20 de setembro de 2014 às 11:16 AM

    Eu sou bisneta de Manoel e Adelayde. Da união nasceu minha avó Noêmia que teve como filha Sonia e na linha de sucessão minha mãe teve a mim e mais dois filhos.

  13. 14 de setembro de 2014 às 3:25 AM

    AGORA MAIS COM VIDA O PATRIMÔNIO.LOCALIZADA EM SUA PRAÇA,UM GRANDE ANTIQUÁRIO.

  14. Andrea Santos de Medeiros Machado
    5 de agosto de 2014 às 10:47 PM

    Eu gostaria muito, muito mesmo de entrar no casarão. Já sonhei várias vezes com isso. Espero que antes de morrer consiga realizar meu sonho.

  15. Francisco R. Turelli
    22 de julho de 2014 às 1:53 PM

    Gostaria de saber se alguém em alguma lembrança, que poderá ser até em fotos de Thomaz Pinto Guedes, casado com minha tia Myrtes Turelli. Muito obrigado. Francisco- Angatuba

    • Eduardo
      24 de agosto de 2015 às 1:13 AM

      minha tia deve ter…vou verificar…

      • 3 de maio de 2016 às 8:27 PM

        Por favor, grato.

        • Eduardo
          16 de julho de 2016 às 9:48 AM

          THOMAZ GUEDES, Filho
          31 de Dez de 1913
          24 de Out de 1967

          • 5 de fevereiro de 2017 às 1:38 PM

            Lhe sou muito grato. Um abraço. Por nós ele era conhecido como tio Thomazinho…

      • Eduardo
        6 de fevereiro de 2017 às 12:33 PM

        Ola Francisco, posso lhe ajudar com algo a respeito da familia?

  16. Naide Vieira Camargo
    18 de fevereiro de 2014 às 9:06 PM

    Meu pai nasceu em Tatuí…no ano de l914…O nome dele era Agenor Bertoldo Vieira… filho de Antonio Bertoldo Vieira e Maria Vieira (não tenho conhecimento de outro sobrenome dela).só sei que eram em 9 irmãos…meu avo era portugues…gostria de saber alguma coisa sobre a familia dele,meu pai foi pracinha foi pra guerra,(sobreviveu Graças a Deus)…serviu o exercito em Sorocaba ( não tenho certeza tambem) como vê não sei nada sobre a familia de meu pai! gostaria muito de resgatar a história dele…Parabéns pelas fotos epelo seu interesse em divulgar a história de Tatuí.

  17. valquiria
    17 de novembro de 2013 às 8:32 PM

    Gostei muito do carinho com que se refere a nossa cidade, também gosto muito esse lugar pois quando criança passava ao lado e ouvia o barulho da tecelagem e sentia o cheiro do algodão, lembro das pessoas esperando para mudar turno… na época nem pensava que o tempo podia acabar com as coisas que eram tão reais… e hoje tantos precisando de emprego… Parabéns por sua iniciativa!

  18. Arialdo Poles
    12 de outubro de 2013 às 6:29 PM

    Como tatuiano de nascimento fico muito triste ao ver esse belíssimo patrimônio histórico e cultural esperando para ruir. E as autoridades onde estão????? A Secretaria de Cultura está fazendo o quê???? Dias atrás estive em Sorocaba e a antiga fabrica da Cianê foi transformada num belíssimo shopping. E a fábrica São Martinho, o que será dela?? Senhor Prefeito de Tatuí, qual a sua posição na questão da preservação do patrimônio histórico??? Um povo sem memória é um povo sem história!!!!!! De pão e circo o povo já está saturado!!!! Com a palavra o Senhor Secretário de Cultura e o Senhor Prefeito.

    • Eduardo
      24 de agosto de 2015 às 1:20 AM

      Com o falecimento do fundador em 1927 (pouco antes da crise de 1929), o espolio vendeu a fabrica ainda nos anos 30…Ha’ muitos anos os atuais donos, Moinho Sao Jorge, familia Chamma, abandonaram essa fabrica (e mais outras) e estao em disputas judiciais, impostos. E’ uma pena !. O que fazer? Duas coisas: A. pressionar a Camara dos Vereadores, q esta’ analisando o novo Plano Diretor, para votar leis que pressionem uma solucao para esse caso. B. quem for do ramo do direito publico, ou empresario, que estudem formas de conseguir q a justica libere esse imovel para outras atividades, (hj s’o serve como garantia de dividas tributarias).

  19. Carlos R C Pasoto
    3 de outubro de 2013 às 4:25 PM

    Sou novo na cidade mas parece me que este casarao ja foi restaurado, nao sei se com dinheiro publico ou particular,so que tudo foi abandonado com o tempo e todo o trabalho se perdeu(parece coisa de obras publicas,usa se o dinheiro do povo e logo em sequida se abandona tudo)sE ESTIVER ENGANADO ME DESCULPEM Mas e um caso aser esclarecido se foi feito a tal restauraçao do predio com dinheiro publico.
    Bela reportagem ,parabens pela iniciativa.

  20. dainara
    6 de setembro de 2013 às 2:04 PM

    Estou sentada de frente ao casarão, não consigo parar de olhar. Fico imaginando as coisas que aconteciam, as histórias. Uma pena estar em tão péssimo estado. Por quê não o restauram? ?

  21. LE
    22 de agosto de 2013 às 8:30 PM

    EU TIVE A OPORTUNIDADE DE SUBIR NA TORRE DO RELOGIO A VISTA E MARAVILHOSA….

  22. Ingrid P
    17 de agosto de 2013 às 7:31 PM

    queria saber mais sobre a historia, onde que posso conseguir mais informações???

  23. LE
    15 de agosto de 2013 às 8:43 PM

    MEU VO JOAO FRANCISCO MARCONI E MINHA VO SE CONHECERAN A MUITOS ANOS ATRAS ATRAVES DO TRABALHO DENTRO DESSA FABRICA NAO SOU NASCIDO EM TATUI MAS GOSTO MUITO DESSA CIDADE MEUS AVOS TRABALHARAN MUITOS ANOS DENTRO DA FABRICA INCLUSIVE MINHA AVO SE APOSENTOU A VARIOS ANOS MEU VO JA E FALECIDO MAS GOSTO QUANDO ESCUTO SOBRE HISTORIAS DO PASSADO E SABER QUE ESSA FABRICA JA FOI UMA DAS MAIS IMPORTATES DO PAIS OBRIGADO E PARABENS PELA REPORTAGEM!!!!!

  24. 16 de maio de 2013 às 9:51 PM

    MOREI NA CIDADE POR 15ANOS E MINHA FAMÍLIA RESIDE AINDA, E TODOS OS DIAS QUE EU IA PRA ESCOLA PASSAVA POR ESSAS RUAS ,E GRANDE E PARTE DOS MAQUINARIOS ESTÃO DENTRO DELA,E TEM UM CASEIRO QUE CUIDA DA CASA A ATE HOJE QUE MORA AO LADO DA MANSÃO…..

    • Ingrid Rostelato
      16 de fevereiro de 2014 às 9:38 PM

      Olá…estava lendo o seu post e vi que você comenta de um caseiro, desculpa incomodar mas onde mora o caseiro da fabrica que você cita, estou precisando visitar a fabrica para realizar um trabalho da faculdade.
      desde já muito obrigada!

  25. Marcio
    16 de fevereiro de 2013 às 8:12 PM

    Parabéns pelo trabalho, ficou muito bom, estava procurando material sobre as fábricas antigas de Tatuí, pena que não estão conservadas.

  26. rebeca cristina roberto
    5 de janeiro de 2013 às 3:37 PM

    mentira essas casa coloridas não são mal assonbradas varias pessoras moran lá principalmente minha tia

  27. Daniela M. C. Abreu
    26 de setembro de 2012 às 8:23 PM

    Morei em TatuÍ no ano de 2002, foi uma época muito boa. A cidade é pequena mas fiz grandes amigos lá! Realmente eu era apaixonada por esta casa. Imagino que com certeza foi a casa mais chique da época. Mas a historia da mulher de camisola, me contaram que era uma noiva que morreu no dia de seu casamento…sao histórias que somente as pessoas mais antigas podem confirmar. De qualquwr modo, fiquei com muitas saudades dos meus amigos de lá. Um abraco a todos!

  28. wellington
    9 de setembro de 2012 às 11:51 AM

    porque eles nao restauram e fazem um shooping???

    • Eduardo
      6 de fevereiro de 2017 às 12:40 PM

      Com o falecimento do fundador em 1927 (pouco antes da crise de 1929), o espolio vendeu a fabrica ainda nos anos 30…Ha’ muitos anos os atuais donos, Moinho Sao Jorge, familia Chamma, abandonaram essa fabrica (e mais outras) e estao em disputas judiciais, impostos. E’ uma pena !. O que fazer? Duas coisas: A. pressionar a Camara dos Vereadores, q esta’ analisando o novo Plano Diretor, para votar leis que pressionem uma solucao para esse caso. B. quem for do ramo do direito publico, ou empresario, que estudem formas de conseguir q a justica libere esse imovel para outras atividades, (hj s’o serve como garantia de dividas tributarias).

  29. 1 de agosto de 2012 às 2:38 PM

    Adorei saber do tombamento de várias obras do meu avô Manoel Guedes. Assim, teremos
    a oportunidade de vê-las como eram no passado, em sua plena gloria.
    Obrigada povo de Tatui.

    • Ingrid Rostelato
      16 de fevereiro de 2014 às 9:22 PM

      Olá….Estou fazendo um trabalho da faculdade sobre essa fabrica e gostaria de poder entrar nela e fazer umas analises para o meu trabalho, gostaria de saber se você sabe quem toma conta da fabrica para que eu possa entrar em contato.
      Desde já muito obrigada!

  30. 23 de julho de 2012 às 12:21 PM

    Obrigada GarotinhaRuiva-LuRussa pelas lindas fotos da Fabrica São Luiz, do Sobradão e
    casas que foram de meu avô Manoel Guedes. Hoje, com 85 anos, levaram-me, como que
    por encanto, de volta a minha infância querida que deixou tantas saudades. Apezar da
    passagem do tempo, sempre estiveram no fundo da minha alma as terras da Pederneiras
    e a cidade de Tatui. Como é possivel amar tanto uma terra, sentimento que nem a passagem do tempo consegue apagar?

    Que idéia linda vc teve! Parabens !

  31. 22 de julho de 2012 às 6:40 PM

    Fiquei chocada com o que minha neta, Lu (Ludiana) escreveu degrimindo meu pai, Manoel
    Guedes. Meu pai (não esbanjou a fortuna do meu avô). Ludiana mal conheceu meu pai
    e não tinha nada com a família Guedes. Além de uma pequena parcela do genes, através
    de mim, que ela também tentou denigrir. Meu pai não bebia e não jogava e, como muitos rapazes, gostava de motos. Meu Avô, Manoel Guedes, ficou viuvo com 32 anos e casou-se
    com Adelaide Barnsley, minha avó. Por isso teve vários filhos e filhas. Não cabe ao meu pai
    ser responsabilizado pela perda da fortuna. Quem gerenciava o dinheiro, quando meu avô
    faleceu foi o Dario Meireles – que comprou o “sobradão” …rs rs
    Quando ficamos’pobres’, eu, com 2 anos e meio, tive tuberculose óssea e fiquei 3 anos
    em um sanatório na Suiça. Minha mãe, para pagar o Sanatório, deu todas as joias que
    tinha. Fomos morar no “Sobradão”. Depois na casa do meu tio Tomas (tem uma foto do
    potão), e em 1935 na Fazenda Pederneiras, onde meu pai trabalhava na máquina de
    beneficiar café e arando a terra. Devido a desentendimento com alguns irmãos (a partilha
    não havia sido feita , levou 30 anos) viemos para em S.Paulo, onde meu pai trabalhou como Fiscal de Renda até se aposentar. Tendo se divorciado da minha mãe, Maria
    Eliza Corbett, casou-se com Ruthe Aranha, de família de Tatui e mudaram-se para Cibratel
    em Itanhaé, onde viveu diversos anos até falecer e ser enterrado lá.
    Não me conformo com a mentira e prazer em denegrir o avô que mal conheceu. De onde
    tirou tanta mentira e maldade, não sei…

    Gostei muito das reportagens da > La Russa – Parabens!

    • 23 de julho de 2012 às 5:38 PM

      Olá Eliza !!!! é um prazer ter um comentário seu aqui !!!muito obrigada por visitar meu blog e contar um pouco de sua rica história, adoro saber !!! grande abraço !!

    • 23 de julho de 2012 às 5:46 PM

      Eliza, veja aqui nesse link abaixo, outra postagem minha sobre outras fábricas que marcaram história de Tatuí :

      https://garotinharuiva.wordpress.com/2012/05/01/antiga-tecelagem-campos-irmaos-tatuisp/

    • `Patricia Crampes
      19 de novembro de 2014 às 12:47 PM

      Você é irmã de muinha avó Noêmia!

    • `Patricia Crampes
      19 de novembro de 2014 às 12:58 PM

      A partilha do bisavô terminou em 1929, com a divisão entre todos os filhos do primeiro e segundo matrimônio.

      • Eduardo
        6 de fevereiro de 2017 às 12:36 PM

        Patricia, Duas perguntas? Vc teria copia dos documentos relativos `a partilha? Vc saberia quando a fabrica foi vendida? 1930? 1940?

  32. 10 de julho de 2012 às 5:32 PM

    Que legal esse post, estava procurando no google sobre essa fábrica pois Manoel Guedes era meu tataravô. Porém, meu bisavô, também chamado Manoel Guedes gastou toda a fortuna da família em motos, alcool, jogos, etc… rs
    Mas fiquei super feliz de encontrar essas fotos e um pouco mais da história.
    =)

  33. 2 de julho de 2012 às 6:56 PM

    Olá ! Adorei as fotos e o texto. E, aqui poderão ver informações sobre os imoveis – realmente estão tombados e existe um grande projeto.

    Eu curto Tatuí

    Conhecida como capital música, por ter um dos Conservatórios mais importantes da América latina, a cidade de Tatuí, a 130km de São Paulo, vai ganhar mais um espaço cultural. O conjunto de prédios da Companhia Têxtil São Martinho, construída em 1881, será restaurado para abrigar um teatro com mil lugares.
    O projeto, do escritório do arquiteto Pedro Paulo de Melo Saraiva (que assina a reforma do Mercado Municipal da Capital), será submetido ao Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat), pois o conjunto é tombado. Segundo o proprietário da fábrica, Jorge Chammas, o teatro vai homenagear o maestro João Carlos Martins, que participou das apresentações da proposta.
    Serão restauradas 45 edificações centenárias, como a fábrica, o palacete do proprietário, as casas dos técnicos e 39 casas de operários. O conjunto fica no centro da cidade. Os recursos serão captados com apoio de leis de incentivo à cultura.

    Fonte: Voz de Tatuí

  34. Mark Knaus
    29 de maio de 2012 às 9:07 PM

    Estas são as casas de minha família. Do meu avo e bisavó Guedes.
    Você tem que entrar em contato com minha mãe , que inclusive morou em uma das casas em sua fotografias. Tenho certeza que ela teria muitas coisas para contar para você.
    O email dela e: Elizaroxana@gmail.com
    E o nome dela e Eliza Roxana Guedes.
    Muito interessante ler o que você escreveu e ver as fotos. Obrigado
    Mark Knaus

  35. 4 de maio de 2012 às 9:33 PM

    Não sou de Tatuí, mas adorei o texto, as fotos. De certa forma tenho ligação com Tatuí, pois meu sobrenome, Del Fiol, é muito comum por aí. Tenho contato com alguns Del Fiol daí, a Ceci, prima atenciosa, carinhosa, apaixonada por flores. A Ana Maria, que mora em Botucatu.

  36. Ciça
    2 de maio de 2012 às 9:54 AM

    Lu, minha avó era vizinha e amissíssima dos donos, fui criada dentro desses casarões, brincando muito em seus jardins, piscina… nos finais de semana, eles vinham de SP e eu ia com minha avó…. era tudo tão mágico…. lembro bem deles (família Cury – os últimos donos, depois dos Meirelles – depois dos Guedes).
    A casa não é toda roxa, não…. os banheiros, no piso de cima, cada um de uma cor… verde, azul escuro e tem um cor de vinho…. meio estranho mesmo, mas muito …. “único”…..
    Já escutei muita gente dizendo ser assombrada e com medo, mas eu brincava tanto lá, entrava naqueles porões… nunca tive medo…. como já disse, era “mágico”….
    Já ouvi dizer, não sei se é verdade, que não foram restaurados pois são “propriedade particular”, na verdade herança de alguma família grande, que enquanto não for decidido, ninguém pode mexer…

    • Eduardo
      24 de agosto de 2015 às 1:23 AM

      Com o falecimento do fundador em 1927 (pouco antes da crise de 1929), o espolio vendeu a fabrica ainda nos anos 30…Ha’ muitos anos os atuais donos, Moinho Sao Jorge, familia Chamma, abandonaram essa fabrica (e mais outras) e estao em disputas judiciais, impostos. E’ uma pena !. O que fazer? Duas coisas: A. pressionar a Camara dos Vereadores, q esta’ analisando o novo Plano Diretor, para votar leis que pressionem uma solucao para esse caso. B. quem for do ramo do direito publico, ou empresario, que estudem formas de conseguir q a justica libere esse imovel para outras atividades, (hj s’o serve como garantia de dividas tributarias).

  37. 1 de maio de 2012 às 2:13 PM

    Olá! Muito bom esse seu artigo sobre os casarões e a Fabrica, acredito que seria de imensa utilidade para nossa cidade a restauração deles, muito da historia da cidade esta ali, não sei se é por indiferença de nossos órgãos municipais ou se é por algo mais burocrático, como impostos, e etc.. mas. não importa. é patrimônio tombado da cidade, deveria ser restaurado sim, assim como minha família teve muita ligação com as fabricas, em especial a são Martinho,ja que meu avô foi químico industrial e chefe do setor químico, acredito que muitos cidadãos como eu tiveram seus avôs e antecessores vivendo o dia-dia da fabrica, é uma pena mesmo, inclusive tenho um colega sociólogo que pesquisou e fez vários artigos sobre a fabrica, e foi até o chile apresentar, não lembro exatamente se foi sobre a tese de mestrado dele, mas, foi muito interessante, se eu achar algum artigo ou site dele, te passo, e parabéns pelas fotos,ficaram ótimas!..abraços

    • 3 de maio de 2012 às 12:12 PM

      é. acho que me equivoquei, andei vendo e acho que nao é patrimonio tombado, é propriedade particular mesmo, haeuauehae,

  38. Gi
    30 de abril de 2012 às 8:37 PM

    Eu costumo olhar para casarões ou sobrados abandonados e imaginá-los no seu auge, como eram, como seriam as pessoas que lá moravam. Uma certa melancolia me arrebata rs Beijos. gostei!

    • 1 de maio de 2012 às 12:20 PM

      eu tbém tenho esse hábito , Gi !!!

  39. Cássia Ribeiro
    30 de abril de 2012 às 12:22 PM

    Pôxa, já pensou todas essas arquiteturas conservadas? Fico triste, principamente aqui em Sampa que tem tantos monumentos e construções ao “Deus dará”. Aquela fonte do Anhangabaú (ouvi dizer foi inspirada na Fontana de Trevi) que é um belíssimo conjunto de esculturas com aquela escadaria maravilhos, está daquele jeito. E o “cheiro” do ambiente.
    Lu, pelos países em que passou, algum tem o “cheiro” de São Paulo? Uma amiga me disse que a Holanda tem.
    Adoro seus registros. Além de escrever, fotografa muito bem.
    Abs.

  40. anafnegrao
    30 de abril de 2012 às 9:22 AM

    Lindas as construções!!! Pena estarem abandonadas. Pena o Brasil ser um país que não valoriza seu patrimônio histórico…

  41. 30 de abril de 2012 às 1:12 AM
  42. laura
    29 de abril de 2012 às 6:57 PM

    Nossa lindas as fotos, é a história da cidade sendo contada diante de nossos olhos!
    realmente dá um tom nostalgico a esse lugar .

  43. 29 de abril de 2012 às 6:30 PM

    Que lindas as casinhas coloridas!! Tatuí parece ser uma cidade bem bonita e agradável para morar.

    Acho estranho deixarem abandonados esses casarões tão lindos. Quando passo por um, fico imaginando tudo que dá para fazer com eles, tipo museu, centro cultural, alguma coisa relacionada a artesanato, etc.

    • 29 de abril de 2012 às 8:19 PM

      é..infelizmente o Brasil não tem essa cultura de restauração,manutenção….

  44. Romulo
    29 de abril de 2012 às 5:11 PM

    Muito bacana Lu essa materia, msm cidadao tatuiano nao tinha todo esse conhcimento sobre a historia da fabrica. Ficaram otima as fotos tb!
    Bjs

  45. ana elize
    29 de abril de 2012 às 5:04 PM

    nossa lu! nem parece ser aqui em tatuí esse lugar né, muito menos pra baixo da minha casa kkk mto bom! parabens!

    • 29 de abril de 2012 às 5:21 PM

      verdade, Ana ! bem embaixo da sua casa…rs..bjos !

  46. 29 de abril de 2012 às 5:00 PM

    Amo essa parte de Tatuí, e ainda quero MUITO entrar nessa casa, meu sonho, haha. Devemos combinar, parece que tem que marcar horário e o caseiro, que ainda reside ao lado, nos apresenta na boa (:

    • Ingrid
      8 de maio de 2015 às 8:30 AM

      eu cheguei a conversar com a mulher do caseiro para poder entrar na fábrica, pois fiz um trabalho da faculdade de restauro sobre a fábrica, tem que pedir autorização para o Seu Gomes que é um policial, ele mora na avenida Pompeu próximo ao posto de gasolina comendador… mas se forem marcar pra entrar também quero entrar na casa…
      =)

  1. 3 de junho de 2012 às 10:39 AM

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